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Gabriele Brás: a jovem monitora da Escola de Música da AAMARTE

Atualizado: 6 de out. de 2022



Muitos dos alunos que tiveram sua trajetória transformada pela relação com o ensino musical, ao ingressarem na Escola de Música de Pindoretama, conheceram o projeto em exibições públicas. Foi o caso da jovem Gabriele Brás, que aos 11 anos, na Praça da Igreja Matriz do município, viu pela primeira uma apresentação da Orquestra de Sopros de Pindoretama. Ainda criança, ao ouvir a interpretação da música “Viva la Vida, da banda londrina Coldplay, ela decidiu nunca mais se afastar da educação musical.


Não por acaso, no mesmo período a Associação dos Amigos da Arte (AAMARTE) estava com inscrições abertas para o ingresso de novos alunos e alunas. Seria a oportunidade que Gabriele esperava. “Resolvi participar do projeto por curiosidade e acabei me encantando. Desde então, não consegui mais viver sem música”, lembra a jovem, que hoje tem 19 anos e é estudante de Ciências Contábeis.


Desde então foi uma longa trajetória – que passou pelo estudo da teoria musical, da flauta doce, até chegar ao seu instrumento predileto, o clarinete. A experiência de Gabriele, que hoje é monitora de musicalização da AAMARTE, também foi marcada pela participação em festivais realizados em outros municípios e pela presença em oficinas de música promovidas pela própria Orquestra de Sopros de Pindoretama, da qual faz parte.


“Para ser sincera, eu não imaginava que iria ser monitora. Quando a proposta veio, fiquei surpresa, mas por dentro eu pulava de alegria”, comemora. Gabriele, que pretende fazer graduação em Música, compartilha a nova experiência: “No pouco tempo que tenho passado com as crianças, eu já aprendi muito e também desenvolvi muitas habilidades. Acredito que juntar os estudos às aulas é um desafio, porém quando você consegue administrar bem o tempo, os estudos se tornam melhores ainda e os resultados saem incríveis”.

Essa jovem, que há oito anos acompanha o projeto de educação musical da AAMARTE na condição de aluna, ressalta a importância social da iniciativa. “Essas crianças poderiam estar nas ruas sujeitas a fazer algo ruim, mas, graças ao projeto, passam a se dedicar a aprender música. Elas têm ainda a oportunidade de respirar novos ares e até de descobrir uma profissão. Além disso, o projeto ainda orienta os alunos a terem disciplina e respeito, ou seja, é uma preparação para vida”.


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